Trataremos, neste módulo, da terceira estrutura tripartite, da personalidade humana, denominada de psicose. Psicose é um transtorno mental que faz com que as pessoas percebam ou interpretem as coisas de maneira diferente das pessoas que as rodeiam. Isso pode envolver alucinações ou delírios. A palavra psicose é usada para descrever condições que afetam a mente, onde houve alguma perda de contato com a realidade, e com o laço social.

O desenvolvimento do conceito de perversão foi concebido pelos estudiosos da psiquiatria, afim de catalogar e organizar descobertas e entendimentos acerca dos comportamentos sexuais que se desviavam das normas e regras estabelecidos pelo sociedade em geral. No entanto o pai da psicanálise, Sigmund Freud, entende que a perversão trata  de uma posição subjetiva direcionada ao desmentido da castração. 
A estrutura clínica ocorre quando a resposta de um sujeito, estabelece certa relação com o significante. Vale a pena lembrar que o significante é sempre representado pela experiência do sujeito. Tais experiências podem ser traumáticas, portanto estimuladoras de antecipações ou formas precoces de comportamento.  


Freud constatou, em suas pesquisas, a extrema importância do complexo de Édipo para a construção identitária do sujeito. A análise desse periodo de vida infantil,  possibilita compreender as atitudes, do dia a dia, tanto dos adolescentes quanto dos adultos. A compreensão da negação do desejo, a castração, e a convivência com o proibido, dariam o tom da condição saudável mental, assim como o surgimento do superego. 
Os fundamentos da psicanálise apresentam a teoria da personalidade, propondo definições tais como, topical e estrutural do aparelho psíquico, entendendo que o desenvolvimento da personalidade estaria diretamete ligado à sexualidade, em fases denominadas de psicossexuais. Com isto, a análise objetiva à compreensão da origem dos sofrimentos psíquicos. Apesar de muitas críticas sofridas, ao longo tempo, tais teorias ainda se mantém fortes e oferecendo bons resultados
O avanço da psicanálise em todo o mundo, inclusive no Brasil provém da prática clínica organizada por interpretações da proposta freudiana. Novas teorias têm sempre, por limite, o sentido de derivação da sua origem interpretativa; isto é, não podem afirmar com legitimidade senão pelo reino do interpretável, ainda que não exclusivamente do clínico, em sentido estrito. 
Nessa disciplina faremos abordagens biográficas de Sigmund Freud, pai da psicanálise, e o que o levou à invenção dessa proposta terapêutica. A busca pela etiologia de traumas, histerias, sintomas, e angústias, baseada pelo Caso "Ana O".
Estudos sobre Histéria, e interpretação de sonhos, ambos apresentados, de forma observatória científica, oriundos de casos investigados em setting analiticos.